
Prévia da semana (lição de Jovens): Pedro se tornou um importante líder da igreja. Ele permitiu que Jesus redirecionasse sua personalidade à missão da igreja, embora tivesse dificuldade para se desfazer de algumas opiniões longamente abrigadas.
Leitura adicional: Atos dos Apóstolos, cap. 14 (p. 131-142)
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“Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha igreja,
e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”
(Mateus 16:18).
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A lição começa com o desafiante verso bíblico acima, muito bem explicado no texto abaixo (anotei trechos selecionados que esclarecem adequadamente o tema):
A melhor forma de determinar o que foi que Cristo quis dizer com estas palavras difíceis de entender, é perguntar às Escrituras o que esta figura de linguagem significava para os ouvintes judeus, especialmente para aqueles que a ouviram diretamente de Jesus naquela ocasião. O depoimento dos escritos dos mesmos discípulos é evidentemente superior às idéias dos homens que depois desse tempo escreveram ou opinaram a respeito do suposto sentido das palavras de Jesus. Felizmente, alguns dos que foram testemunhas oculares nesta ocasião (II Pedro 1: 16; I João 1: 1-3) deixaram um registro claro e inequívoco.
(...) Pedro, a quem foram dirigidas estas palavras, recusa enfaticamente, mediante seus ensinos, que a rocha da qual falou Cristo se referia ao apóstolo mesmo (Atos 4: 8-12).
Mateus registra o fato de que Jesus empregou outra vez a mesma figura, em circunstâncias que indicam claramente que ele mesmo era a rocha (ver Mateus 21: 42). Desde tempos antigos, o povo hebreu tinha empregado a figura da rocha para referir-se especificamente a Deus (ver Deuteronômio 32: 4; Sal. 18: 2). O profeta Isaías se referiu a Cristo como "pedra provada, angular, preciosa" (ver Isaías 28: 16). Paulo afirma que Cristo era a Rocha que tinha acompanhado a seu povo pelo deserto na antigüidade (I Coríntios 10: 4; II Samuel 22: 32). Num sentido secundário, as verdades que Jesus falou são também uma rocha na qual os homens podem construir com toda segurança (ver Mateus 7: 24-25).
Jesus Cristo é "o rochedo de nossa salvação" (Salmos 95: 1).
(...)
A melhor evidência de que Cristo não designou a Pedro como a "rocha" sobre a qual teria de construir sua igreja, é quiçá o fato de que nenhum dos que ouviram a Cristo nesta ocasião – nem sequer Pedro – assim o entendeu, enquanto Jesus esteve com eles, nem depois. Se Cristo tivesse estabelecido a Pedro como principal entre os discípulos, estes não teriam disputado repetidas vezes o primeiro posto (ver Lucas 22: 24; Mateus 18: 1; Marcos 9: 33-35 etc).
(...)
Evidentemente pétros, uma pedra pequena, não poderia servir de fundamento para nenhum edifício. Jesus aqui afirma que unicamente uma pétra, ou "rocha", seria suficiente. O que Cristo disse aqui fica mais claro com suas palavras registradas em Mateus 7:24: "Qualquer, pois, que me ouve estas palavras, e as faz, lhe compararei a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha [Gr. pétra]". Qualquer edifício construído sobre Pedro, pétros, um débil e falível ser humano, tal como o apresenta claramente o relato evangélico, tem um fundamento muito pouco melhor do que as areias movediças (ver Mateus 7:26-27).
Seventh-day Adventist Bible Commentary (SDABC), volume 5, pp. 430-432.
Desde a semana passada, temos observado que Pedro, assim como outros discípulos de Jesus, teve a personalidade moldada nas mãos do Mestre. Ele sempre foi um homem forte e agia antes de pensar. Jesus viu nele, desde o princípio, um líder de grande valor. Era como um diamante bruto, a princípio, que Cristo, em Sua sabedoria, soube lapidar.
Tenho refletido, ao estudar sobre Pedro, em um tema presente na minha vida há algum tempo, a respeito do que representa a mansidão e o que define esse dom do Espírito Santo. Creio que já comentei aqui alguma coisa sobre isso, sobre o que faz de alguém uma pessoa mansa. Quer dizer, creio que comentei sobre algo que, penso eu, não torna uma pessoa mansa: a voz suave. Eu moro no nordeste, sou filha de paraibanos, de uma mulher paraibana. Para quem não conhece esta terra, as mulheres paraibanas costumam ser mulheres de personalidade muito forte. Então será que as mulheres paraibanas não sabem exercer a mansidão, por serem tão firmes e terem o tom de voz elevado? A história de Pedro é mais uma que traz para mim a noção de que mansidão não é sinônimo de tom de voz suave. Vou explicar.
Ao pensar no relato dos evangelhos a respeito de Pedro, fiz uma comparação entre o caráter e personalidade dele com o de Judas. Fiquei pensando comigo: era Pedro de voz elevada, um homem impetuoso, firme e decidido e imagino Judas como um homem frio, cujo tom de voz era sempre controlado e medido e a cada dia tenho mais certeza de que mansidão, consagração, amor a Deus, esses sentimentos não estão diretamente relacionados a voz mansa e delicada. Pedro, assim como João e Tiago, foram homens de voz “alterada”, homens agitados e muito fortes. Mas foram vistos por Cristo, que lê o coração, como homens de valor e capazes de liderar a Igreja Cristã, que estava para surgir e que necessitaria de líderes verdadeiramente consagrados a Deus depois da ascenção de Jesus.
Inspirada por Deus, Ellen White escreveu sobre Judas:
O Salvador não repelira Judas. Dera-lhe lugar entre os doze. Confiou-lhe a obra de evangelista. Dotou-o de poder para curar os doentes e expulsar os demônios. Mas Judas não chegou ao ponto de render-se inteiramente a Cristo. Não renunciou as suas ambições terrenas, nem a Seu amor ao dinheiro. Ao passo que aceitava a posição de ministro de Cristo, não se colocou no divino molde. Achava que podia reter seus próprios juízos e opiniões, e cultivou a disposição de criticar e acusar.
Judas era altamente considerado pelos discípulos, e exercia sobre eles grande influência. Tinha em elevada estima as próprias aptidões, e considerava seus irmãos como muito inferiores a si, no discernimento e na capacidade. O Desejado de Todas as Nações, pág. 717.
É uma alegria muito grande saber que Deus é capaz de conhecer as nossas intenções, os nossos corações. Nós, seres humanos, somos muito suscetíveis ao engano, à sedução das pessoas que, com suas maneiras delicadas, conseguem formar nossa opinião a respeito de algo que nem sempre é verdadeiro. Mas Deus sabe o que vai no nosso interior. Pedro foi conhecido por Deus desde o início e o que Cristo leu em seu coração foi uma enorme vontade de servir à causa do evangelho de corpo e alma, com verdadeiro amor e entrega.
Não foi à toa que ele se tornou um grande líder da igreja que se formava. Ele tinha na mente e no coração o verdadeiro desejo de servir ao Senhor e foi usado por Deus sendo, ao contrário de Judas, colocado no divino molde.
Depois de Cristo ascender aos Céus, a igreja cristã estava ainda se formando, mas os fiéis pioneiros eram muito fervorosos e necessitavam de líderes verdadeiramente consagrados a Deus. Pedro era um dos homens escolhidos pessoalmente por Cristo para esse fim e desempenhou esse papel de forma impressionante. Ele foi um exemplo de evangelista e ainda hoje podemos aplicar as suas lições para fazer a obra missionária prosperar.
Um dos primeiros atos desse grande missionário, está relatada em Atos 3:6-8. A cada ato, ele fazia questão de deixar bem claro que era um agente de Cristo, comissionado por Ele e que era em Seu nome que realizava a obra e até mesmo os milagres (ver Atos 3:6,12, 13; 4:10). Ele mesmo ensinou a todos nós, até hoje, que não é correto pensar nele como o fundamento da Igreja Cristã, pois este fundamento é unicamente Cristo.
De fato, o valor daquele homem era tão relevante, que desde o início as pessoas foram inclinadas a entender mal o seu papel, chegando ao ponto de adorá-lo (ver Atos 5:15; 10:25). Mas Pedro nunca se deixou levar por essa pressão, sempre deixando bem claro que não devia ser adorado, senão somente o Deus em nome de quem agia e a quem servia. Quando Cornélio se aproximou dele para o adorar, imediatamente advertiu: “Ergue-te, que eu também sou homem” (Atos 10:26).
É muito importante refletirmos neste relato da experiência de Pedro, pois nós somos seres humanos falíveis e uma das tentações a que somos submetidos é a de desejar para nós mesmos a glória que pertence a Deus. Como pregadores, como evangelistas, como servos de Deus no uso de nossos talentos para divulgar as boas novas da salvação, muitas vezes somos elogiados e queridos de forma especial. Muitas vezes ouvimos coisas do tipo: “você prega muito bem”, “quando você for pregar de novo, me avisa para que eu possa vir assistir”, “a igreja está lotada porque o pessoal sabia que você viria pregar”, “vou a qualquer lugar se for para ouvir você pregar” etc. (Podemos trocar a palavra pregar por cantar, passar a lição, dirigir um programa JA etc).
Todas as vezes que esses elogios chegarem aos nossos ouvidos, devemos nos lembrar do que verdadeiramente nos deve motivar a pregar: levar a mensagem da salvação em Cristo Jesus. “Deus seja louvado!” – deve ser a nossa pronta resposta. “Obrigada pela maravilhosa mensagem!” – deve ser o nosso elogio.
É muito perigoso quando o agente missionário confunde o seu papel e recebe os elogios com sentimento de exaltação própria, pois quando isso acontece, vários sentimentos maus são inseridos na obra, como inveja, maledicência, fofocas, intrigas etc. Se todos os servos de Deus, por mais talentosos que sejam, estiverem conscientes de que são instrumentos divinos para levar Jesus ao mundo, humildemente aceitarão dividir os espaços com outras pessoas (quanto mais, melhor), sem sentimento de competitividade, que levam à ruína da obra.
Naqueles dias, grandes nomes, pessoas que andaram pessoalmente com Cristo, estavam juntos trabalhando numa causa especial. Nenhum sentimento de rivalidade ou desejo de exaltação própria seriam proveitosos. Deus os havia chamado pessoalmente e a sua missão era de muita relevância. Igualmente, Ele nos chamou e nós temos missão semelhante e de muito valor. Cabe a nós a tarefa de levar o evangelho nos últimos dias. Nosso dever é levar as pessoas a glorificar o nome de Jesus e se prepararem para a Sua volta.
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Na visão, viu Pedro "o céu aberto, e que descia um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas, e vindo para a terra, no qual havia de todos os animais quadrúpedes e répteis da terra, e aves do céu. E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro, mata e come. Mas Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda. E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou. E aconteceu isto por três vezes; e o vaso tornou a recolher-se no céu". Atos 10:11-16.
Esta visão tanto serviu para repreender a Pedro como para instruí-lo. Revelou-lhe o propósito divino –de que pela morte de Cristo os gentios deviam tornar-se co-herdeiros dos judeus nas bênçãos da salvação. Até então nenhum dos discípulos pregara o evangelho aos gentios. Em seu pensamento, o muro de separação posto abaixo pela morte de Cristo ainda existia, e seus trabalhos limitavam-se aos judeus, pois tinham considerado os gentios excluídos das bênçãos do evangelho. O Senhor buscava então ensinar a Pedro a extensão universal do plano divino. Atos dos Apóstolos, pág. 135
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A nós hoje parece um pouco estranho que os discípulos de Jesus, pessoas tão boas, tenham considerado os judeus superiores a todos os demais povos, com sentimento exclusivista. Mas naquele tempo, essa idéia não era assim tão absurda. Era resultado de um longo tempo em que os povos estrangeiros (os gentios) adotavam práticas de paganismo. Por um tempo, os judeus haviam adotado as mesmas práticas idólatras dos gentios, mas nos tempos de Neemias, o povo foi obrigado a se separar dos povos estrangeiros, para que a verdadeira adoração a Jeová fosse restabelecida adequadamente. Casamentos chegaram a ser desfeitos, sendo as mulheres gentias expulsas da Judéia, quando da reconstrução dos muros de Jerusalém (ver Neemias 13).
Lendo o livro O Desejado de Todas as Nações, achei no capítulo 2 o seguinte esclarecimento:
Mediante o cativeiro de Babilônia, os israelitas foram realmente curados do culto de imagens de escultura. Durante os séculos que se seguiram, sofreram opressão de seus inimigos gentios, até que se firmou neles a convicção de que sua prosperidade dependia da obediência prestada à lei de Deus. Mas com muitos deles a obediência não era motivada pelo amor. Tinham motivo egoísta. Prestavam a Deus um serviço exterior como meio de atingir a grandeza nacional. Não se tornaram a luz do mundo, mas excluíram-se do mundo a fim de fugir à tentação da idolatria. Nas instruções dadas a Moisés, Deus estabeleceu restrições à associação deles com os idólatras; estes ensinos, porém, haviam sido mal interpretados. Visavam preservá-los contra as práticas dos gentios. Mas foram usados para estabelecer uma parede de separação entre Israel e todas as outras nações. Os judeus consideravam Jerusalém como seu Céu, e tinham reais ciúmes de que Deus mostrasse misericórdia aos gentios. O Desejado de Todas as Nações, pág. 28.
Estabelecida a Igreja Cristã, nos tempos apostólicos a orientação divina aos evangelistas, líderes religiosos da igreja primitiva, estava sendo dada a Pedro através da visão do lençol com os animais imundos. Considerados imundos, os gentios deveriam receber as dádivas das boas novas da salvação, assim como qualquer judeu. O cristianismo surgia e Deus pretendia desde então que fosse uma religião sem fronteiras, destinada a toda a humanidade, seja judeu, seja samaritano, seja romano, fosse quem fosse.
De fato, o apóstolo Paulo ficou conhecido como o apóstolo dos gentios, e não Pedro, pois este vacilou um pouco em entender essa missão, de pregar o evangelho aos gentios. Em Atos 11: 1-18, ele explicou a visão de forma muito esclarecedora e de fato os judeus que o ouviram compreenderam a lição. Mas ele também nisso precisou ser amadurecido e Paulo chegou a criticá-lo por haver, em uma ocasião, disfarçado perante os sacerdotes a sua amizade com os gentios, sentindo-se envergonhado. Mas não resta a menor dúvida de que ele amadureceu nisso, assim como em todos os aspectos em que a princípio titubeou, mas foi verdadeiramente fortalecido na fé e conhecimento de Deus.
O trecho de quinta-feira da lição de Jovens é muito interessante. Quero que você leia:
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Tornando-se uma coluna
7. O que Pedro ainda não havia entendido, mesmo como missionário? Gl 2:11-14
| Paulo ficou perturbado porque achou que Pedro estivesse agindo como hipócrita. Depois da visão de Pedro sobre os alimentos imundos e seu encontro com Cornélio, ele começou a se associar com os gentios. Mas agora, para desgosto de Paulo, depois de ter alcançado tanto em favor dos gentios, Pedro estava invertendo seu comportamento. Ele estava agora se curvando à pressão de cristãos judeus e sendo contrário a suas convicções. Ele se recusava a comer com os gentios, porque não queria ofender os cristãos judeus. |
Como uma coluna da missão, Pedro defende a verdade e fala por Deus com coragem. O interesse controlador dos sacerdotes trouxe uma advertência imediata de que eles não iriam tolerar a pregação do apóstolo de que Cristo havia ressuscitado. Contudo, Pedro permaneceu obediente a um Poder mais elevado: “Mas Pedro e João responderam: Os senhores mesmos julguem diante de Deus: devemos obedecer aos senhores ou a Deus? Pois não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido” (At 4:19, 20). Ameaçado novamente, Pedro respondeu de maneira semelhante: “Nós devemos obedecer a Deus e não às pessoas” (At 5:29).
Como Pedro havia se tornado uma coluna tão firme na obra de Deus? Eis aqui três possibilidades:
1. Pedro aprendeu que um dos aspectos mais importantes para ser cristão é o serviço aos outros. Esse é o princípio central na obra de Deus. O Salvador não apenas profetizou a fraqueza de Pedro na negação, mas sua influência na igreja durante o resto de sua vida, quando disse a Pedro: “Quando você tiver voltado para Mim, fortaleça seus irmãos” (Lc 22:32, New King James Version).
2. Pedro aprendeu que a verdadeira liderança também beneficia os que lideram. Ao estudarmos a obra dos apóstolos na igreja primitiva, descobrimos que, tanto quanto Jesus o fez, eles enfatizaram e viveram o amor. Para Pedro, o amor era muito mais do que uma saudação educada aos outros membros da igreja. Era o cultivo diário de compaixão, cortesia e empatia de uns para com os outros, em vez de retribuição do “mal com mal, nem ofensa com ofensa” (1Pe 3:9).
3. Pedro aprendeu que ser semelhante a Cristo tem um significado especial.Como um dos primeiros doze discípulos, Pedro testemunhou em primeira mão a força do Mestre no sofrimento. Dando o exemplo para nós, Jesus não censurou com ira Seus opressores. Quem quer que O siga deve exercer o mesmo domínio próprio quando for injustiçado (1Pe 2:21-23).
Não sendo um santo com auréola, do outro mundo, Pedro estava sempre no centro da ação – arriscando-se a cometer erros, sofrendo críticas e até perseguição. Mas ele havia aprendido com Jesus como reagir, e após a crucifixão testificou corajosamente durante um terço de século, imitando Jesus em Sua maneira de viver e de morrer. Seus discursos e cartas merecem ser repetidamente lidos, pois a maior mensagem de Pedro é uma vida de entrega e coragem.
Glenn Brian Ente | Olongapo, Filipinas
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Deus abençoe a todos vocês!
Como Pedro, permitamos que Deus nos molde à sua imagem, a fim de que sejamos grandes evangelistas da Igreja Remanescente, como ele foi da Igreja Primitiva.
Deus seja louvado!
Abraços fraternos,
Késia Mota